sábado, 10 de dezembro de 2016

Desvendando a oração Pai Nosso.





"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu".  Romanos 1:18-21


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27



O interessante, negativamente, é que a absoluta maioria ora o Pai Nosso nos ensinado por Jesus, mas omite as palavras finais, importante glorificação ao Senhor, ficando assim a oração incompleta. Mateus 6:13:

“Porque vosso  é o reino, o poder e a glória, para sempre. Amém.    Mateus 6:13. Essa parte é ignorada pela maioria, pois corta uma importante glorificação a Deus Pai, antecipando o Amém (assim seja).

Antes de entrar no mérito da oração Pai Nosso é necessário um breve preâmbulo para melhor compreensão:

“Portanto, vós orareis assim:  “Pai nosso, que estais no Céu, santificado seja o teu Nome”.  Jesus, em Mateus 6:9.

A glorificação a Deus Pai é tão importante antes de qualquer oração ou prece, que Jesus inicia o Pai Nosso com uma glorificação e termina a oração com mais uma glorificação a Deus Pai.


Ao nos ensinar a orar o Pai Nosso, Jesus Cristo, o Redentor da Humanidade, a Palavra Viva de Deus, nos exorta para que, antes de qualquer oração, é necessário glorificar o Senhor Deus, pois só a ele se deve exaltar, com todos os adjetivos possíveis, exatamente pela sua Altíssima Grandiosidade sem par, pelo Esplendor de sua Glória, pela sua  Magnificência e Majestade e por seu Reino Inefável de Luz que sua Imensa Sabedoria e Poder  criou, e isso tudo tem  de ser permanentemente lembrado em nossas orações.

"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu".  Romanos 1:18-21

Jesus chamava os seus amigos de vós e, dirigindo-se ao Pai, usava a segunda pessoa Tu.  Muitos, dirigindo-se a Deus Pai trocam o “vosso nome”, por o “teu nome”, mas considero incorreto esse termo que nomeia o Senhor Deus como se fosse um amigo comum, e não  Rei do Universo. Por isso, vamos continuar com o pronome VOSSO.

Pelas Palavras Pai Nosso, Jesus nos coloca como Filhos legítimos de Deus, mas de nada isso adiantará se não nos colocarmos com verdadeiros filhos, obedientes ao Pai e nos mantermos DEPENDENTES DO PAI, pois todo pai ama quando seu filho reconhece e ama a dependência dele, e isso exige Obediência. Aquele que não se coloca sob a dependência de Deus, o renega como Pai,  incide na  soberba por julgar que não precisa dele e isso poderá condená-lo.

A palavra INEFÁVEL significa algo ou alguma coisa extremamente importante que não se pode nomear, medir ou descrever em razão de sua natureza, força, beleza, indizível, indescritível. E essas características só se podem atribuir ao Senhor Deus.  No popular, Inefável é algo que não se consegue descrever, de tão grandioso que se apresenta. Por isso mesmo, pelo fato de não ser possível descrever a Glória de Deus, vamos ao Primeiro Testamento: No episódio Monte Horebe,  a Sarça Ardente,  Moisés atordoado perante incrível a manifestação do Senhor,  ousou perguntar: “Quem sois, Senhor?”.

“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”.     Êxodo 6:14

Por que o Senhor não se identificou com mais detalhes a seu respeito? Ora, primeiramente, a nossa mente não foi configurada para entender a Glória do Senhor, pois nem por imaginação conseguiremos visualizar a Extensão de suas Obras e a tudo o que o cerca, como também, se tivesse de explicar a Moisés a sua condição Inefável, os seus mistérios, os seus feitos, não caberiam nem em todos os livros da Terra. Por isso, respondendo a Moisés, o Senhor resumiu em: EU SOU O QUE SOU.

Falamos em dependência que requer OBEDIÊNCIA, mas como obedecer a Deus Pai? Ora, tudo se resume em obedecer as 10 leis que ele promulgou para obediência de todas as nações, assim como colocou o apóstolo Paulo.

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25

O apóstolo Paulo, ao dizer para a obediência por fé, entre todas as nações,  e exatamente por englobar todas as nações  ele perpetua os mandamento de Deus, pois todas as nações dizem respeito da validade delas até o Grande Dia da Volta de Jesus, por isso, os mandamentos de Deus são perpétuos e, aliando essa revelação ao fato de que Está Escrito que Deus nunca muda em suas promulgações à Humanidade, como nunca mudou nas promulgações a Adão e Eva, não vale guardar apenas nove dos mandamentos do Decálogo, mas todos os dez. É a Palavra de Deus que revela esta condição sinequanon.

Mesmo porquê, na sua Total Sabedoria e Total Coerência, se fosse possível o Senhor desdizer-se em Malaquias 3:6, onde ele revela QUE NÃO PODE MUDAR, se mesmo assim tivesse sido possível ele revogar o mais sagrado dos mandamentos, o do sábado, nomeado pelo Senhor como santo e abençoado das Rochas Sagradas das Leis e concomitantemente ter feito de Jesus um incoerente, quando bradou que tanto os Céus como a Terra desabarão antes que das Leis do Pai se consiga retirar um só til, O SENHOR TERIA ORIENTADO OS EVANGELISTAS A ESCREVER QUE APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS O SÁBADO ESTARIA EXTINTO A FAVOR DO TAL DOMINGO.

Mas somente a História Universal e as Raízes da Igreja desmentem que a Igreja Primitiva, após a Ressurreição de Jesus anularam os sábados a favor do tal domingo, pois todos da Igreja Primitiva santificaram os sábados, pelo menos 332 anos após a Ressurreição de Jesus, pois no ano 364 de nossa era aconteceu o Concílio de Laodicéia, conclamado exatamente para acabar com a prática da santificação do sábado. Por esse concílio, foi decretado severos castigos aos que teimassem em continuar a guardar os sábados e até a excomunhão deles todos.




Vamos ao Pai Nosso, registrado em Mateus 6:9:



Pai Nosso 





Pai nosso, porque vós nos criastes, Senhor, inicialmente para vivermos eternamente junto a vós e vossos santos anjos, sem que a morte do corpo nos pudesse alcançar, mas por conta do homem e da mulher que ouviram e creram no Grande Enganador, o Pai da Mentira, o Adversário de Deus, decaíram da vossa Graça e a morte entrou na Terra e, para piorar, fomos expulsos do Paraíso do Eden, por causa da DESOBEDIÊNCIA a uma só de suas leis, bem fácil de ser cumprida, assim como da mesma forma Satanás, antes Lúcifer, o Anjo das Luzes, foi também expulso do Reino de Deus pela desobediência, e sobrou para nós, pois enraivecido contra o Criador, nada podendo atentar contra ele, atentou e atenta contra sua Criação numa ousadia imensa, pois dentro do Paraíso criado por vos, Senhor,ardilosamente, o Pai da Mentira fez o primeiro casal desabar nas relações para convosco.




A partir daí, Senhor, os Portais do Vosso Reino permaneceram fechados para qualquer um de nós, Senhor, mas por amor à Humanidade, enviastes vosso próprio Filho, para que, pelo seu sangue derramado, nos livrasse da antiga maldição que decretastes ao primeiro casal, cujos respingos estiveram sobre nós outros até o Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus, quando fomos redimidos dos pecados nos habilitando ao ingresso Vosso Reino, MARAVILHA  ABSOLUTAMENTE INEFÁVEL, esta que se dará no Grande Dia da Volta Triunfal de Jesus Cristo à Terra, quando, também, por vossa Bondade, os Portais do Reino de Deus, finalmente estarão abertos aos que fizerem por merecer, segundo a OBEDIÊNCIA aos vossos Mandamentos, Senhor, e segundo o Amor e a Graça de de Jesus Cristo, segundo nos ensinastes no exemplo do Jovem Rico:




Os justos que dormem serão acordados no Grande Dia de Jesus, quando, então, receberão o glorioso galardão, repetidamente prometido por vós nas Escrituras, segundo Vossa Palavra em João 14:1 e em 1 Tessalonicenses 4:16 e seguintes.







Que estais no Céu.





E assim: Pai Nosso, QUE ESTAIS NO CÉU, revela que vós, Senhor Deus, que a tudo criaste, reine em seu inefável Paraíso que nem através dos sonhos mais alentadores podem ser imaginados, tal a Grandeza.  Lá, a noite das trevas não tem vez, pois só existirá eternamente a vossa luz  iluminando todos os espaços. Quanto a isso, se não podemos ver o vosso Reino,  Senhor, pelas Escrituras entendemos que se trata de um Majestoso Paraíso, absolutamente indescritível, pois nem todos os adjetivos da Terra conseguirão traduzir a contento tanta Beleza e Graça, pois transcende a tudo o que já vimos e conhecemos, pois ele é Inefável.


Dirigindo-se ao Criador como Pai Nosso, Jesus nos coloca como FILHOS DE DEUS, portanto irmãos de Jesus. Uma grande honra!


“Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus”. Jesus, em  Mateus 4:17.

O que mais nos importa é que o Senhor Deus promete, aos que viverem segundo as Escrituras, o seu Reino Eterno da Luzes que nunca se apagam que, pela misericórdia e bondade dele, pode ser obtida a permanência eterna em seu Reino inteiramente de Graça!

O Reino de Deus é difícil de ser conquistado? Sim, para isso, teremos de viver pelos princípios de Jesus, como ele próprio nos ensinou,  sendo que a primeira condição para a Salvação é a OBEDIÊNCIA A DEUS PAI NA GUARDA DE SEUS MANDAMENTOS, que são 10, e a segunda condição é a  a vivência na Religião da Graça de Jesus, a do Amor, mas que nem sempre é Graça, pois as tribulações e obrigações são necessárias para somar pontos no Livro da Vida. 

Sem tribulações não poderá haver salvação na Eternidade.  Mas a extensa maioria dos pastores só pregam a Vitória, a Vitória Material e, para isso, vivem a repetir os Salmos de Vitória,  ignorando que sem tribulações não há salvação na Eternidade



O próprio Jesus nos revelou:


"Queres te salvar? Tome a tua cruz e me siga". Jesus, em Marcos 10:21

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. João 16:33


“De maneira que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus por causa da vossa paciência e fé, e em todas as vossas perseguições e aflições que suportais”.  2 Tessalonicenses 1:4
.

Segundo Jesus, a Verdade de Deus, o alcançar do Reino de Deus exige RENÚNCIA E TRIBULAÇÕES. No evento do Jovem Rico, citado, Jesus se refere, também à Tribulações quando disse que ele teria de tomar a sua cruz para poder segui-lo:

“E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me”.  Jesus, em Marcos 10:21.


Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e me siga”.  Mateus 16:24   

Mas a maioria dos pastores evangélicos ignora essa Verdade, ao contrário, quase todos os pastores só cantam vitórias, mormente as materiais que, durante as pregações, rendem a eles murmúrios, brados, saraivada de palmas de aprovação, pois  os tais pregam o que o povo gosta de ouvir, mas que foge das Escrituras. Por isso, dificilmente ouve-se pastores pregar a necessidade das tribulações, quando Jesus regeu: Queres te salvar? Tome a sua cruz e me siga”.  


A cruz significa tribulações, pois nem os cristãos mais fiéis estão livres das tribulações.   Acaso o apóstolo Paulo não foi o mais amado dos apóstolos do Espírito Santo de Deus? Acaso não produziu, em termos de evangelização, mais que os demais apóstolos juntos? Acaso tudo o que Paulo escreveu não foi por inspiração do Espírito Santo? Acaso não foi o apóstolo um dos mais amados de Deus? No entanto, nunca esteve livre de tribulações.

Devemos nos lembrar que o apóstolo Paulo foi injuriado, foi espancado, surrado, chicoteado por  cinco vezes quarentenas de chibatadas que lhe cortaram a carne deixando cicatrizes; naufragou por três vezes; foi mordido por cobra venenosa; foi apedrejado a ponto de os seus algozes o julgarem morto; teve de fugir de perseguições e armadilhas mortais; passou fome, frio. nudez.  Ainda por ocasião de sua conversão caiu da montaria; ficou cego por três dias, sem comer nem beber. Quando Ananias reclamou ao Senhor contra Saulo, ele respondeu:

“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome”.   Atos 9:15 -16

“Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos”. Paulo, em 2 Coríntios 1:8

As dores de Paulo:

“...em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo. Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;  Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez”.   O apóstolo Paulo, em 2 Coríntios 11:23-27.

No entanto, os tais pastores citados não pregam sobre a necessidade do sofrimento para a purificação do espírito, ainda em vida (pois p tal Purgatório é uma grossa mentira), é claro, que é o que vale para quem visa a Salvação na Eternidade.

Repetindo a colocação:  Segundo Jesus, a Verdade de Deus, o alcançar do Reino de Deus exige RENÚNCIA E TRIBULAÇÕES:

Renúncia ao que? Renúncia a todo procedimento que se posiciona contra o Evangelho, e são muitos e muitos.


Jesus foi muito claro a respeito da necessidade da aceitação de determinadas tribulações que fazem parte necessária do caminho que leva à salvação. Abaixo mais tribulações:

  Não ameis somente aos que vos são caros, mas também aos que vos perseguem, aos que vos odeiam...
 Orai também pelos vossos inimigos...
 Amai ao próximo como a ti mesmo...
  Perdoai, setenta vezes sete... (ou seja: sempre)
 Quando tirarem a vossa túnica, entregueis também a vossa capa...
 Quando vos obrigarem a andar boa distância, andeis o dobro...
  Quando vos esbofetearem na face esquerda, ofereçais, também, a direita...
  Perdoai e tolerai-vos uns aos outros.
  Bem-aventurados os mansos, os misericordiosos, os pacíficos...
 A estrada que conduz ao céu é estreita e cheia de obstáculos...
Ide, pregai o Evangelho a toda criatura...
  Se tiverdes riquezas vendei-as e distribuí tudo a quem mais necessita... (este é preceito de difícil cumprimento, em decorrência do apego do homem à riqueza pessoal e, por isso, muitos serão condenados).

  Parece tudo muito difícil, não? Mas o Caminho para o Reino de Deus é lotado de obstáculos, fáceis de trilhar apenas pelos abnegados cristãos de Jesus,  os remanescentes já acostumados às frequentes tribulações graças à força espiritual lhes concedida, assim como viveu o apóstolo Paulo após a sua conversão.  

Jesus disse da Porta Estreita e do Caminho Apertado, mas muito difíceis para os que preferem trilhar pela Estrada Larga, Espaçosa e Festiva de Satanás, da doce vida, do poder temporal, dos prazeres mundanos que infelizmente constituem a imensa maioria.

“Porque muitos são chamados, mas poucos os escolhidos”. Mateus 22:14


como já citado,  ao ensinar-nos a orar o Pai Nosso, Jesus nos exorta que antes de qualquer oração, há a necessidade de glorificar o Senhor Deus, pois só a ele se deve exaltar com todos os adjetivos possíveis, exatamente pela sua altíssima grandiosidade sem par, pelo esplendor, pela magnificência do Reino que sua imensa sabedoria criou,  que tem de ser permanentemente nosso objetivo Maior: Estar com ele na Eternidade!

  E assim: Pai Nosso que estais no Céu, revela que o Senhor Deus, que a tudo criou, permanece em seu inefável Paraíso dos sonhos mais alentadores de serem imaginados, perfeito sob todos os aspectos, pois se nunca o vimos, pelas Escrituras entendemos que o Paraíso é indescritível, pois nem todos os adjetivos da Terra conseguem traduzir a contento tanta Beleza e Graça, pois transcende a tudo o que já vimos e conhecemos.




Santificado seja o vosso Nome. 



Primeiramente, como simples curiosidade, Jesus nunca usou de superlativos em seu tempo na Terra. Exemplo, pela grandiosidade inefável de Deus Pai, ele poderia ter começado a oração do Pai Nosso com a frase: Santificado seja o teu santíssimo nome. Portanto, em sua  colocações bíblicas em seu Recado a nós outros, Jesus sempre primou pela simplicidade, até mesmo em seus escritos.  Mas nós procuramos usar de todos os recursos literários para engrandecer ao máximo possível a importância inefável do Rei do Universo, e isso é bom!

Iniciando a oração, Jesus GLORIFICA o Senhor Deus, assim como fecha a oração com mais glorificações, parte importante cortada pela maioria.

"porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre". Amém.    Mateus 6:13

Só o Senhor Deus é Santo, Santíssimo, Sagrado, Sacratíssimo. Inefável. Inefável além do limite! Infinitamente Abençoado!

Toda a Honra, toda a Glória, todo o Louvor, toda a Adoração, toda a Exaltação, toda a Luz, todo o Poder, toda a Grandiosidade, toda a Realeza, toda a Majestade, toda a Santidade, toda a Sabedoria, toda a Graça, todo o Esplendor, toda Magnificência somente a vós, Senhor!

Certamente, todos os anjos do Reino de Deus glorificaram o Senhor antes, hoje e glorificarão eternamente, mas, infelizmente, todas as nações do Universo não. É por  isso que o mundo avança a cada dia mais para um caos irrecuperável, pois a desobediência e o desleixo para com as coisas do Senhor sempre estiveram presentes e infelizmente sempre estarão presentes. Lembremo-nos de que Caim foi avisado pelo próprio Criador que precisava rever seus conceitos com respeito ao seu irmão Abel, cujo principal elemento era a inveja:

“E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.  E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou”.  Gênesis 4:6-8.

A Deus Pai devemos OBEDIÊNCIA, assim como um filho deve obediência aos seus pais. A obediência a Deus tem de fundamentar-se em suas dez leis, mas há certos pastores que ENSINAM ERRADO, afirmando que as leis "já eram", pois Jesus pregou-as na cruz, interpretando ao avesso a Carta aos Gálatas


http://ebemfacilinterpretaracartaaosgalatas.blogspot.com.br/

Acontece que o Senhor Deus nos promulgou as suas 10 Leis exatamente POR AMOR À HUMANIDADE. Quer ver as provas bíblicas?


Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente,
 também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulaçõespois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.

http://oincriveleventomontesinai.blogspot.com.br/    

O Senhor Deus não amava o seu povo escolhido? Claro que sim. Resgatou-os do cativeiro egípcio; abriu o mar para que fugissem de Faraó e seus exército; fechou o mar matando todos os perseguidores e conduziu seu povo à Terra Prometida, depois libertou-os novamente do cativeiro na Babilônia, e Jesus também foi imolado por esse povo, mas em decorrência da reiterada e constante Desobediência de Israel quanto aos seus 10 Mandamentos, principalmente o desrespeito aos sábados, os adultérios e os culto a ídolos de pedra, de barro e de madeira, depois de esse povo ser constantemente avisado pelos profetas do Senhor sobre as Bênçãos ou  Maldições que poderiam recair sobre eles, finalmente ele, o Senhor, varreu da face da Terra onze das doze tribos de Israel, e só não extinguiu a tribo de Judá para que se cumprissem as profecias a respeito de o Messias desceria á Terra nascido de Israel.

Assim, o Senhor não teve alternativa senão de fazer cumprir as suas ameaças aos desobedientes:

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

E não adianta negar: os Mandamentos são 10, pois não Está Escrito que um ou dois deles foram deletados no Evangelho, ao contrário, foram inteiramente legitimados pelo Filho de Deus Vivo que também no Evangelho Promulgou as 10 Leis do pai ao bradar que poderão ser destruídos os Céus e a Terra ANTES QUE DAS LEIS DE DEUS PAI SE CONSIGA RETIRAR UM SÓ CARACTERE, e a lei do sábado tem, 405 caracteres!

“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir TODOS os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 

Notem bem o importantíssimo detalhe no verso acima: o Senhor Deus Pai não solicita, mas ORDENA a guarda de TODOS os dez mandamentos, não os nove dos evangélicos ou os oito dos católicos e ortodoxos.

No Evangelho, quando o nome "santo" é citado só se refere aos VIVOS, aos santos vivos e jamais a uma pessoa morta. Nem a João Batista,  o mais importante personagem nascido de mulher, segundo Jesus em Mateus 11:11, foi chamado pelos apóstolos de Jesus de SANTO após sua morte.   Não foram chamados de santos após a morte, nem a João Batista, nem a Estêvão, os dois primeiros mártires do Evangelho, pois ambos também dormem aguardando o Grande Dia da Ressurreição de Jesus, quando então, sim, serão coroados com toda a glória possível a ser concedida a uma alma humana. Jesus revela isso, claramente, afirmando aos apóstolos e a nós outros por tabela  que o Reino de Deus só será aberto quando Jesus Voltar, pois até lá todos estarão dormindo, desde Adão e Eva, aguardando que o Reino de Deus nos seja finalmente aberto, pois antes fechado, pois Grande Sacrifício de Jesus foi  redimida a Humanidade, habilitando-a a Ingressar no Reino de Deus no Grande Dia de Jesus (aos que fizerem por merecer, é claro).  

Nesse dia, tanto João Batista, quanto Estevão e todos os demais santos em vida, serão, finalmente, verdadeiros santos do Céu, em forma de anjos.  Vejamos essa Revelação Bíblica que não deixa dúvidas que por enquanto não há uma alma humana no Céu de Deus:

 “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.   Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.  E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.   João 14:1-3    e   1 Tessalonicenses 4:13.


Então, é temerário santificar um vivente humano, pois só Deus pode santificar. “Santificado seja o vosso Santo Nome!”. Muitíssimo pior é nomear como “Santíssima”, no caso, a mãe de Jesus,  como reza o catolicismo, pois  é uma falta gravíssima. SANTÍSSIMO é uma palavra altamente gloriosa e até inefável que só pode ser atribuída ao Senhor Deus. O interessante é que no Missal Católico, que os padres leem todos os dias – eu também já li como seminarista – está escrito que Santíssimo é só Deus,  conflitando-se com a própria doutrina católica.

O termo santificar, que só deve ser atribuído a Deus Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, mas jamais a um mortal, e esse é um dos crassos erros de católicos e ortodoxos que “santificam” pessoas humanas e para muito piorar, se confrontam contra as Escrituras ao "colocarem" os tais santos no Céu de Deus, ainda fechado aos mortais.

O pobre Papa João Paulo tornou-se o maior "santificador" do mundo. "santificou" nada menos que 482 pessoas, como de isso fosse possível. Lembre-mo-nos de que um processo de "santificação" a qualquer ser do mundo, rendo ao Vaticano cem mi dólares americanos, que engrossa o seu patrimônio mundial dos três trilhões de dólares, segundo a Mídia de 2016.

Os apóstolos jamais santificaram uma só pessoa, POIS SANTO É SÓ DEUS, logicamente também o Filho.  No Apocalipse Está Escrito que Jesus surgirá frente a todas as nações acompanhado de anjos e de todos os seus santos. Mas os santos aqui não são os santos “fabricados” pelos papas católicos, mas os SANTOS EM VIDA que nem necessitarão de julgamento, pois viveram a santidade EM VIDA. 

Jamais encontraremos no Evangelho uma só alusão a santos mortos ou a rezas pelos mortos ou mesmo intercessão de santos.  Então, os santos que surgirão com Jesus são os que estão dormindo e que não necessitarão do Julgamento Final em decorrência de vida em santidade.

Os judeus de hoje, não escrevem o nome de Deus por puro respeito, pois julgam que um mortal não tem o direito nem de escrever a Palavra DEUS, portanto, suprimem a letra E:   D’us em respeito ao Terceiro Mandamento do Decálogo, onde diz para não se tomar o Santo Nome do Senhor em vão.

D-us, ou D'us, é uma das formas utilizadas por uma parte dos judeus israelitas para se referirem a Deus sem citar seu nome completo, em respeito ao segundo mandamento recebido por Moisés pelo qual Deus teria ordenado que seu nome não fosse invocado em vão. Um pouco de exagero, mas nada errado.




Venha a nós o vosso Reino.


“Buscai antes o Reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.  Lucas 12:31

E dizendo: O tempo está cumpridoe o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no Evangelho”.  Marcos 1:15.

Venha a nós o vosso Reino, Senhor, o Reino das vossas bênçãos, do cumprimento das vossas promessas,  do vosso Reino de Amor, do Amor de 1 Coríntios 13:13; do vosso Reino de Justiça, de Sabedoria, do vosso Reino de Paz; de Perdão, de Comunhão,  de misericórdia -- pois neste mundo o que mais prospera é a maldade --, neste mundo de malícia, de engano, de mentiras, de cobiça,  de perversidade,  de inveja,  de rancor,  de ira, de vingança,  dos conflitos, dos atentados, das guerras de sangue,  da corrupção da vossa Palavra, dos vossos mandamentos tão maravilhosamente nos promulgados e propagados para o nosso bem,  pois Está Escrito que Satanás venceu os santos vivos, mas NÃO venceu  os REMANESCENTES, Senhor, que somos nós que nos colocamos sob a Vossa Vontade para que mereçamos o Vosso Reino. Por isso tudo, vos pedimos que o vosso Reino venha e paire sobre nós permanentemente, sobre os vossos filhos, para nos conceder a força suficiente para nos mantermos incólumes, e mesmo nas tribulações nos mantermos distantes de tanta corrupção humana que se agrava progressivamente, meu Senhor!

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


“Seja feita a vossa Vontade, assim na Terra quanto no Céu.

Seja feita a Vossa Vontade, Senhor, pois é o que mais nos interessa na busca da Eternidade, pois como Está Escrito que sem tribulações não haverá salvação, então, seja feita a vossa Vontade quando passarmos por tribulações, por incomodidades, dores, aflições, por problemas tão comuns na pobreza, pois fazem parte ativa na Salvação na Eternidade, que é o que mais nos importa, pois essa nossa vida, segundo o Evangelho de Tiago 4:14 o tempo dela é comparado a um vapor que saí da chaleira fervente e logo se dissipa. então, se nossa vida é como um lapso fugaz se comparada à Eternidade, os sofrimentos também o são.

Por isso tudo, Senhor, quando passarmos por tribulações, por problemas, aparenta que vós nos abandonastes, mas se passa exatamente ao contrário, pois também nesse momentos demonstrais imenso amor a nós outros que também o amamos, pois tudo isso vós permitis exatamente para viabilizar a nossa Salvação na Eternidade. que é o que mais nos importa. 

Para melhor entendimento sobre a vida terrena e a Eternidade, vale mais uma gota de água ou todas as de todos os oceanos do mundo?  Vale mais um grão de areia ou todos os grãos de todos os desertos e praias do mundo?

Segundo Jesus, no blog abaixo, explica ao jovem Rico como se Salvar na Eternidade -- e por tabela a nós outros --, que para que ele se salvasse teria de ter em conta as DUAS  principais condições sinequanon que são A OBEDIÊNCIA A DEUS PAI NA GUARDA DE SUAS LEIS e a segunda A VIVÊNCIA DOS PRECEITOS DO AMOR DA RELIGIÃO DA GRAÇA DE JESUS, cuja principal característica é o amor de servidão aos semelhantes, a ponto da prática de subserviência. E por essa subserviência ao semelhante, ele, o Jovem muito Rico, segundo Lucas, teria de desfazer-se de todos os seus bens, de toda a sua fortuna, dividindo-as com os mais necessitados, na época chamados de ralé. 

Quando Jesus complementou ao jovem Rico que ao desligar-se de suas riquezas a favor do semelhante, estaria carregando a sua cruz para seguir Jesus, ou seja, teria de passar por tribulações, cuja maior tribulação era exatamente desapegar-se das riquezas terrenas.


“Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me.  Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades”.   Marcos 10:21,22
                            

Quanto à oração do Pai Nosso, muitas vezes nós oramos, às vezes repetimos a oração até de modo automático, principalmente na reza do terço católico, há um turbilhão de repetições desnecessárias, mais apropriadas para os pagãos, pois não há como se meditar sobre o teor da oração sem que os pensamentos vagueiem e, assim, as repetições automáticas que falam sem pensar, nada mais são que palavras lançadas ao vento.

O próprio Filho de Deus proibiu rezas repetitivas e se a do terço não é extremamente repetitiva, é o fim da picada:

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos”. Mateus 6:7
  
Principalmente no versoSeja Feita a Vossa Vontade é necessário ater-se ao divino significado.  Deus é Tudo e Tudo no Universo tem de submeter-se a ele e, queiram ou não, a Vontade dele permanecerá eternamente, pois sempre esteve e sempre estará no Controle de tudo.

Fazer a Vontade do Senhor está estreitamente ligado à OBEDIÊNCIA.  Mas obedecer a que?   Mas que Vontade é essa  contida na oração Pai Nosso?

 Seja Feita a Vossa Vontade. Ora, a principal Vontade de Deus a respeito do homem e da mulher é o cumprimento de seus Mandamentos, fundidos nas Rochas Sagradas das Leis criadas para regular as relações entre a Humanidade  e para os fundamentos do Evangelho e o Criador, como também regular os procedimentos entre os próprios viventes.  

De tão importantes que se tornaram para a Humanidade as 10 leis de Deus, num monumental espetáculo divino, pela primeira e única vez o Senhor Deus escreveu PESSOALMENTE, cravando, fundindo sua VONTADE nas pedras duras para que nunca se apagassem e, lembrando que a Vontade de Deus é revelada em suas leis, são elas dez e jamais oito como querem os ortodoxos e católicos, nem nove como deseja a imensa maioria evangélica, que também foge da VONTADE DE DEUS, com mil subterfúgios a favor de suas doutrinas e da dificuldade da observação do Sétimo Dia, a favor de um domingo imposto pelo papado romano de Satanás, pelo Concílio de Laodicéia, no ano 364.


http://oconciliodelaodiceiafoirevelador.blogspot.com.br/


Seja feita a Vossa Vontade, Senhor, excluindo as leis antigas e retrógradas (Lucas 16:16), herança do Velho Concerto, a favor da vossa Boa Nova nos trazida por vosso Filho, que não excluiu um só til de vossas leis, Senhor, que foram promulgadas exatamente para viabilizar a nossa salvação na Eternidade.

“Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo”. Hebreus 10:9. 

O próprio Jesus, como não poderia deixar de ser, pois ele é o Filho de Deus, a Verdade de Deus, legitimou e propagou também no Evangelho TODAS as 10 leis do Criador ao bradar que podem passar os céus e a Terra antes que das leis da VONTADE DE DEUS se consiga corromper um só caractere, lembrando que a Lei do Sétimo Dia tem 405 caracteres “imexíveis”.  Essa revelação está absolutamente clara e absoluta em Mateus 5:17 e seguintes, até o verso 28, quando percebemos, claramente, que Jesus, além de promulgar novamente as 10 leis de Deus Pai, ainda aumentou os graus de dificuldade de observação de TRÊS dos mandamentos do Decálogo. Então, fundamentado na honestidade, fica impossível que qualquer tentativa obtenha êxito em negar que Jesus fez das 10 leis os fundamentos do Evangelho.

Vamos a uma das provas bíblicas? Quando um Jovem muito rico aproximou-se de Jesus e lhe pediu que lhe ensinasse o Caminho para o Reino de Deus, Jesus simplesmente lhe ofereceu DUAS CONDIÇÕES SINEQUAON:

1  -   A OBEDIÊNCIA A DEUS PAI NA GUARDA DE SEUS MANDAMENTOS. E, para deixar bem claro que Jesus se referia ao Decálogo, citou alguns dos mandamentos ao Jovem Rico.

2   -   A vivência da Religião da Graça de Jesus, onde o Amor ao semelhante é preponderante sobre todos os aspectos. Por isso Jesus disse ao Jovem Rico que pela segunda condição para a Salvação, ele teria de desligar-se da riqueza material, vendendo seus castelos a favor dos mais necessitados, como também de tomar a sua cruz e seguir Jesus.

Dividir meus bens com a ralé? “Aí eu choro”, diria um poeta, mas na sua imensa sabedoria, Jesus sabia que a vida física daquele jovem era comparada a um vapor de água que evapora da chaleira fervente e logo se dissipa (Tiago 4:14), portanto, apenas um lapso fugaz, uma gota de água no Oceano, se comparado com a Eternidade, pois já se passaram mais de dois mil anos do ocorrido. Mas a ganância e a usura do Tio Patinhas, como acontece com quase todos os abastados do mundo inteiro, o Jovem Rico preferiu viver o visível, o concreto, o momento, a sua gota de água, que pela Grande Promessa, mesmo trazida pelo próprio Jesus bem à sua frente. 

E, por isso que aquele Jovem Rico certamente será condenado, pois em seguida, Jesus revela que É QUASE IMPOSSÍVEL A UM RICO SE SALVAR (Marcos 10:25)

Isso prova que só é possível se amar a Deus Pai, antes amando e servindo os semelhantes, pois o semelhante significa a própria emanação de Deus. Não é possível amar a Deus sem que esse amor passe, antes, pelo semelhante. Por isso mesmo Jesus revelou que não adianta clamar “Senhor!”    Senhor!”    Se não demonstrarmos isso na prática: sendo nós subservientes aos nossos semelhantes (boas obras), praticando, no dia a dia, o Amor de 1 Coríntios 13:13, onde está revelado ser maior que a fé.

“E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. Jesus, em Mateus 4:17.

Sempre digo que a nossa mente não consegue, nem por imaginação, traduzir a  altíssima grandiosidade do Reino de Deus, no qual poderemos, com bom esforço, estar lá eternamente no Grande DIA da Volta de Jesus.

João, do Apocalipse, o único dos apóstolos que não abandonou Jesus por medo dos romanos,o único que não foi imolado pela impiedade humana, pois ele permaneceu, por todo o tempo, ao lado da mãe de Jesus durante a crucifixão, foi concedido  a ele, em espírito, a VISUALIZAÇÃO do Reino de Deus:

“E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono.  E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda.   E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro”.     Apocalipse 4:2-4

“Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:  Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas”.    Apocalipse 4:10

Reino é uma forma de governo em que a autoridade reside em um rei. Esse governo se estende sobre todos os territórios e pessoas que estão debaixo do domínio do rei. Nos tempos bíblicos, a maioria dos povos era governada por reis. Por isso, as nações eram chamadas reinos.  O primeiro rei de Israel foi Saul. 

O Que é o Reino de Deus?   O Reino de Deus é a fonte de toda autoridade possível. Ele é o Rei Absoluto do Universo, por ser seu Criador e tudo tem de se submeter perante ele.  Ele é a autoridade suprema sobre tudo que existe, sobre tudo o que é visível, e sobre tudo o que é invisível, sobre a Criação, sobre os anjos, sobre a Humanidade de todos os tempos,  sobre todas as nações e sobre todos os eventos presentes e futuros.

Quanto àqueles que abominam as obras, ou melhor, as boas obras, fazem de Jesus um mero incoerente, pois ele nos mostrou a Salvação pela prática de boas obras e a condenação pela falta delas. Ver: Mateus 25:31 a 44.
                                                                                
O próprio Jesus, revelou em João 15:10, que ele guarda os mandamentos de Deus Pai e nos exorta a fazer o mesmo, pois sem Obediência e boas obras não há salvação.

 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.  João 15:10.


Em Mateus 25:31 a 44, Jesus nos mostra a Salvação pelas Boas Obras por amor ao semelhante e a Condenação pela falta delas.

Mas por que Deus Pai tanto nos exorta a guardar suas dez leis, como parte importante na salvação? 

Como coloquei acima, ao nos Promulgar e Propagar as suas 10 leis,  o Senhor nos brindou com todas as possibilidades de vivermos uma vida feliz, sem tribulações, desde que façamos a Sua  Vontade guardando cada uma das dez leis, mas como nos dotou com autonomia de procedimentos, o tal livre arbítrio, a imensa maioria optou pela DESOBEDIÊNCIA e deu no que deu: hoje temos um mundo corrompido pelo pecado e aumentando.

A frase de Jesus diz: “Seja Feita a Vossa Vontade, tanto na Terra quanto no Céu”.  A Vontade dele na Terra já explicamos, mas e a Vontade no seu Reino?  Não Está Escrito, mas para quem sabe meditar e raciocinar, é fácil entender que também no Reino de Deus há leis, logicamente bem diferente das leis promulgadas aos humanos, pois se lá não houvesse leis, normas de procedimento, também o livre arbítrio, Lúcifer e seus seguidores não teriam sido expulsos do Reino de Deus, pois se tivessem vivido sob das normas celestes, facílimas de serem guardadas, pois se trata do Reino de Deus, certamente Lúcifer ainda seria o mais importante dos anjos de Deus Pai.



“O pão nosso de cada dia nos daí hoje”.



Nós temos de nos alegrar com o suficiente para viver decentemente, sem ingressar nos vícios da riqueza material.


Esta frase retrata um pedido a Deus Pai, note que Jesus se refere à alimentação e às necessidades apenas do DIA PRESENTE. E, pelo significado, Jesus condena a prática de  acumular riquezas por temor do futuro.

“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”.  Mateus 6:34

O pão é usado por Jesus como um simbolismo de tudo o que necessitamos para viver decentemente. Jesus já havia revelado aos seus amigos que é quase impossível a um rico alcançar a eternidade:

Eis um rico que acumulava para garantir seu futuro:

“E direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te.  Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?  Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.  E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis”.  Lucas 12:19-22

“Não pergunteis, pois, que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos.  Porque as nações do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Pai sabe que precisais delas.  Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.  Jesus em  Lucas 12:29-31

“E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, nem sobre o que vestireis.  Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes.  Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves?  Lucas 12:22-24

  “Então Jesus, olhando em redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!”.  Marcos 10:23

Segundo Jesus Cristo, dificilmente os ricos alcançarão o Reino de Deus. São várias as razões para a não salvação, mas a maior delas é exatamente o apego às coisas materiais, que trazem conforto, segurança e poder e, como de nada necessitam, pois têm de tudo referente às coisas materiais, assim, passam a ver o Senhor Deus apenas como um personagem literário e, justamente por isso, não se colocam dependentes dele. Outra razão é que o acúmulo de riquezas nas mãos de poucos, inviabiliza a correta distribuição de rendas, e a miséria se propaga com milhões de mortes pelo mundo todos os anos, cuja maior causa é a fome e o abandono.

Deus deixou terras suficientes para todos os viventes, com muita sobra e, podemos representar o mundo como UM GRANDE BOLO, mas de alguma forma os senhores da Terra se apossaram das maiores fatias do bolo, e os pequenos pedaços que sobraram têm de ser divididos pelo restante da população mundial, a mais pobre, que são bilhões de pessoas, invalidando qualquer possibilidade de uma justa distribuição de rendas.

Se todos os ricos mantivessem apenas o dinheiro SUFICIENTE para viverem bem, sobraria o bastante  para acabar com a fome aguda, com a fome mortal e, além de dar um peixe aos necessitados, ainda os ensinaria a pescar, mas para piorar, entre os muito ricos do teto da grande pirâmide das riquezas, existe uma velada competição, cada um querendo chegar ao topo do mundo, como o homem mais rico do Universo e isso é altamente predador, pois os ricos têm como se resguardar da voracidade do enriquecimento de muitos, das épocas negras para a economia, mas a pobreza não, por isso mesmo que os rincões da miséria aumentam terrivelmente.

Calcularam os entendidos que se os ricos, todo ano, doassem 1% de suas rendas a favor da caridade, se extinguiria a fome sobre a Terra permanentemente.

O que é viver com o SUFICIENTE? Você tem todo o direito, se puder, de ter um bom carro, até um para a esposa. Ter como pagar pela escola de seus filhos. De alimentar-se bem. De poder dar descanso nos fins de semana á sua esposa fazendo as refeições em restaurantes. De poder viajar nas férias. Até de manter uma casa ou um apartamento não luxuoso na praia, mas quando a usura e a ganância do Tio Patinhas não se contentar com o suficiente descrito e passar a acumular,  estará fora das bênçãos de Deus Pai e será bem fácil ser excluído da Eternidade de Deus.



Perdoai as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores



(Perdoai os nossos pecados contra vós, Senhor, da mesma maneira como perdoamos aos que pecaram contra nós)

Em Mateus 18:23 Jesus nos conta uma Parábola bem interessante. Havia um rei que mandou que um de seus servos lhe pagasse os mil talentos que devia. Uma boa fortuna na época. Mas como seu servo não tinha como pagar, mandou que fosse vendido tudo o que tinha, que fossem vendidos também sua mulher e filhos para pagar a dívida.  Mas o rei acabou se condoendo vendo o desespero de seu servo e lhe perdoou toda a dívida.  Acontece que, logo em seguida, o mesmo servo perdoado ameaçou com a masmorra um outro servo por apenas uma ninharia: apenas cem dinheiros lhe devido.  O rei ficou Sabendo e mandou trancafiar o servo infiel até que passasse toda a dívida.

Por isso o Pai nosso reza: “Assim como nós perdoamos aos que pecaram contra nós, Senhor”.   Por isso, Jesus disse: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós”.  Mateus 6:14.

Portando, o Senhor Deus nos perdoará por nossos pecados se notar que também nós praticamos o perdão indiscriminado, ou seja, a favor dos justos, mas principalmente também dos injustos.

Num dia do ano 2001, pela Rede Vida de TV, ouvi um bispo católico, o mesmo que assiste ao pe. Marcelo Rossi, afirmar que o tal Purgatório (inventado) é necessário mesmo para as pessoas realmente arrependidas. Comparou isso a um prego cravado na parede. Ele disse que ao retirarmos o prego, que representa o pecado, ainda ficará um buraco na parede e o resquício desse pecado “só poderá ser corrigido com a passagem pelo Purgatório”.
Mas de onde esse bispo buscou tal “revelação”? Nas Escrituras é que não foi...

Conforme a Bíblia, o perdão de Deus aos arrependidos convictos não pode ser compreendido como sendo ministrado pela metade. Pois o Senhor Deus não faz nada pela metade, pois sua Perfeição não permite. Para deixar um exemplo claro disso, num momento, Jesus perdoou completamente ao pecador também crucificado ao seu lado de tal forma que o habilitou a alcançar um lugar no Paraíso.   Só de Deus vem a Verdade:

Um dos preceitos que mais aprecio na Palavra de Deus é Ezequiel, 18:21:

 “Mas se o ímpio fizer penitência de todos os pecados que cometeu, se passar a guardar todos os meus preceitos e proceder com equidade e justiça, certamente viverá e não me lembrarei mais de nenhuma das iniquidades que praticou”. Senhor Deus, em Ezequiel 18:21,  nos mostrando que as penitências têm que acontecer aqui na Terra e não num lugar fantasioso, criado pelos homens do catecismo.

... de seus pecados jamais me lembrarei...” Hebreus, 10.17.

“Bem-aventurado o homem a quem Deus não imputará pecado”. Romanos, 4.8.

“Sabei que aquele que converter a um pecador de seu caminho errado, salvará a sua alma da morte dele e cobrirá uma multidão de pecados”.  Tiago, 5.20.

“Eis que ficaste são. Já não peques mais para não te acontecer coisa pior”.

Advertência  de Jesus, em  João, 5.14. Se Jesus afirmou que o pecador acabara de ficar são, não haveria como Deus aplicar-lhe, depois, um castigo como complemento ao perdão.

Mas o bispo citado afirmou, diferente das Escrituras:

“... mesmo perdoado  ainda deve prestar satisfação pelos pecados já perdoados”.

No fantasioso Purgatório? Purgatório na outra vida? Mas o Evangelho nos revela que o Purgatório é aqui na Terra.

“Seja, este tal, entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus”.  O apóstolo Paulo em 1 Coríntios 5:5 que revela ser aqui na Terra o verdadeiro purgatório.

E dentre esses (que naufragaram na fé) estão Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para serem castigados, a fim de que aprendam a não mais blasfemar”. Primeira a Timóteo, 1.20.

Ora, qualquer ser de mediana inteligência nota, claramente, que Himeneu e Alexandre, blasfemadores, foram entregues ao sofrimento, ainda em vida, para que não mais ofendessem gravemente ao Senhor, e que após o sofrimento pudessem ter uma chance para a Salvação. Por isso tudo, e muito mais, a teoria sobre o tal Purgatório fica descartada. Aliás, nem por sonhos existe algo como o Purgatório no Evangelho.

Portanto, as alusões a sofrimentos no Evangelho dizem da provação do cristão, ainda em vida.

“Se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.  João, 1.9.

Na Bíblia não há uma só alusão a respeito da confissão dos pecados a um dos apóstolos, bispos, diáconos, ou sacerdotes. No verso acima, nos mostra que a tese do prego cravado na parede é mais uma das fantasias místicas católicas, pois se o Senhor nos purifica dos pecados, não há como nos purificar pela metade. Deus nada faz pela metade: Ou condena, ou glorifica.


“E não nos deixeis cair em tentação, mas livra-nos dos males“.    


(Não! A oração não terminou, pois faltou a Glorificação final:: 


"Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre". Amém.    Mateus 6:13)


“Bem-aventurado o homem que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.  Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus que não pode ser tentado pelo mal, a ninguém tenta.  Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência (cobiça de bens materiais)”.    Tiago 1:12-14

Se Satanás ousou tentar até o Filho de Deus no deserto, certamente estará ativo por todo o tempo, nos tentando para que pequemos contra Deus.

“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”.   1 Pedro 5:8

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”.    Mateus 26:41

Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.  Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis”.    1 Coríntios 10:12

 “E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui. Lucas 12:15

Atente-se, você, para essa maravilhosa promessa de Deus Pai:

“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.  A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome”.  Apocalipse 3:10 -12.

Agora vamos à conclusão da oração de Jesus, ignorada pela imensa maioria, católica, ortodoxa e evangélica, pois todos cortam o final da oração, parte importante, deixando a oração incompleta, pois diz muito sobre a Glória de Deus, e o AMÉM assim seja, só vem após mais essa glorificação

“Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.    Mateus 6:13
   
  Waldecy Antonio Simões    walasi@uol.com.br



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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43